domingo, 5 de junho de 2011
esta tudo estragado
Com o dia de hoje me apercebi que para mim isto já não é o que gostava que fosse. gosto de ti e não sinto retribuição! fico triste...irei tentar esquecer-te!
domingo, 29 de maio de 2011
panoplia
bebo mais um copo
revelo mais um pouco de mim que pensava não revelar
que pensava não voltar a pensar
que pensava que era apenas meu e para sempre seria meu
mas mais um copo bebi e deixou de ser meu e passou a ser teu também.
a panóplia caiu mais um pouco este fim de semana e com esta queda prevejo a minha vulnerabilidade.
conheço-me demasiado bem para saber que não vou desistir nem resistir, sinto o medo e a desconfiança que o futuro se assemelhe ao passado.
o futuro o dirá!!
revelo mais um pouco de mim que pensava não revelar
que pensava não voltar a pensar
que pensava que era apenas meu e para sempre seria meu
mas mais um copo bebi e deixou de ser meu e passou a ser teu também.
a panóplia caiu mais um pouco este fim de semana e com esta queda prevejo a minha vulnerabilidade.
conheço-me demasiado bem para saber que não vou desistir nem resistir, sinto o medo e a desconfiança que o futuro se assemelhe ao passado.
o futuro o dirá!!
terça-feira, 24 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
e tu que estás tão longe.. e não me lês.. e não me ouves os desabafos :)
As tardes estão cheias de pássaros, mas a de hoje está despida deles.
Nem um pássaro sequer.
Um tempo sem pássaros é de uma tristeza redonda.
Como se não houvesse Deus, nem livros, nem rosas.
Como se o vento os houvesse empurrado todos para um lugar clandestino de onde não pudessem já voltar.
Mas como podem eles ser felizes assim, juntos, empurrados, densos, conformados, sem céu, e sem sílabas que os soletrem?
Nesta ausência de pássaros, penso que, noutro lado, num sítio qualquer que não sei, eles estarão a resolver questões que não são daqui e nem me dizem respeito.
Pode ser. E pode ser, até, que já não voltem. Porque não querem. Ou porque não encontram o caminho de regresso.
Porém. nunca mais as tardes serão as mesmas: pedaços inúteis de tempo onde o silêncio faz ninho.
Nem um pássaro sequer.
Um tempo sem pássaros é de uma tristeza redonda.
Como se não houvesse Deus, nem livros, nem rosas.
Como se o vento os houvesse empurrado todos para um lugar clandestino de onde não pudessem já voltar.
Mas como podem eles ser felizes assim, juntos, empurrados, densos, conformados, sem céu, e sem sílabas que os soletrem?
Nesta ausência de pássaros, penso que, noutro lado, num sítio qualquer que não sei, eles estarão a resolver questões que não são daqui e nem me dizem respeito.
Pode ser. E pode ser, até, que já não voltem. Porque não querem. Ou porque não encontram o caminho de regresso.
Porém. nunca mais as tardes serão as mesmas: pedaços inúteis de tempo onde o silêncio faz ninho.
terça-feira, 10 de maio de 2011
engasgada
sinto-me como se tivesse engasgada!
acordo de manhã ligo o telm e engasgo-me enquanto engulo um pouco de água, pois vejo que me escreveste! engasgo-me com a tua partilha de estado de espírito, com o facto de me descreveres como irá ser o teu dia seguinte engasgo-me quando me apercebo que me mandas.te a msg as 5 e tal da manhã. Madrugada após a nossa conversa espectacular sobre o que raio se estava a passar. Após a nossa conversa, no caminho de casa pensava que se calhar depois daquela conversa algo ia mudar em mim ou em ti mas na realidade ficou tudo igual! dizes-me que não queres namorar, que não queres estragar a nossa amizade! mas que amizade? conheço-te desde janeiro não és o meu melhor amigo longe disso...apercebo-me que não me consigo entregar a ti e que não partilho grande parte da minha vida contigo! sinto-me engasgada... gostava de conseguir partilhar mais contigo mas parece que me meti numa panóplia provocada pelo passado... gostava de conseguir perceber-te... porque realmente acho muito estranho tamanha partilha de informação da tua parte...e voltei ao mesmo! enfim engasguei-me outra vez...
acordo de manhã ligo o telm e engasgo-me enquanto engulo um pouco de água, pois vejo que me escreveste! engasgo-me com a tua partilha de estado de espírito, com o facto de me descreveres como irá ser o teu dia seguinte engasgo-me quando me apercebo que me mandas.te a msg as 5 e tal da manhã. Madrugada após a nossa conversa espectacular sobre o que raio se estava a passar. Após a nossa conversa, no caminho de casa pensava que se calhar depois daquela conversa algo ia mudar em mim ou em ti mas na realidade ficou tudo igual! dizes-me que não queres namorar, que não queres estragar a nossa amizade! mas que amizade? conheço-te desde janeiro não és o meu melhor amigo longe disso...apercebo-me que não me consigo entregar a ti e que não partilho grande parte da minha vida contigo! sinto-me engasgada... gostava de conseguir partilhar mais contigo mas parece que me meti numa panóplia provocada pelo passado... gostava de conseguir perceber-te... porque realmente acho muito estranho tamanha partilha de informação da tua parte...e voltei ao mesmo! enfim engasguei-me outra vez...
amores que são contas bancarias
o amor hoje em dia mais parece uma conta bancaria de um jovem da geração a rasca! é preciso fazer uma ginástica mental e usar umas equações lixadas a brava para conseguir que algo resulte! porra porquê? é tudo um jogo um calculismo brutal...não quero!não gosto e vou lutar para acabar com isto!!!
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