segunda-feira, 28 de novembro de 2011

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

scone!

quero ou pão ou bolo.
Estava a começar a ser fácil, voltei a rir e a sorrir genuinamente e de repente voltam as dúvidas, a fraqueza nas pernas quando o telemóvel toca, o coração a bater mais depressa e de repente o telefone toca... és tu!no mesmo registo do passado, respondo, tento não voltar ao passado respondendo de forma sucinta e politicamente correcta, nova mensagem e voltam os scones...

o perigo de queda de um precipício é iminente, em queda livre e sem para-quedas nem corda de bungee jumping, acho que vou cair continuo presa as ervas mas temo que elas não registam!

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

é dificil

assim é difícil,
gostar de ti e querer esquecer-te, mas ver-te todos os dias e falar-te apenas metade daquilo que quero falar, falar apenas o que deve ser falado. é difícil, quando só olho para ti quando não vês, quando finjo que está tudo bem comigo e que me és indiferente. É difícil e não consigo ser natural...

detesto isto! quero falar-te quero saber de ti quero estar contigo...mas no fundo acho que é o melhor para mim.

domingo, 25 de setembro de 2011

acabou

e assim acabou!
ontem...
hoje doí, custa e penso não deveria ter-te ido buscar!

Adeus e um queijo

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

E nada será teu senão um ir até onde não há onde...

isto para te dizer "Vai!" :) Vai buscá-lo :) e conta os dias, as horas, os minutos, os segundos :) e que a cada momento te sintas mais acesa, mais febril, mais ansiosa :) e que não faças grandes planos até lá.. deixa o plano que a vida tem para ti, para vós, seguir o seu curso e caminho :) e que qualquer que seja a estrada que faças com ele seja uma estrada de imprevistos, de surpresas, de espantos :)

Imprevisto

Que surpresa
a dos dedos
quando percorrem o corpo

ou espalham os cabelos
pelas costas
despidas

Em breve será o ventre
e em seguida

as pernas lentas
mansamente erguidas

_ Maria Teresa Horta <3

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

nervoso miudinho

o nervoso miudinho ataca fortemente...
segunda feira vai ser o dia D!dia D para a faculdade e para resolver as coisas com o rui... ele volta e eu ao aeroporto irei, sinto-me um pouco estúpida por o ir buscar, mas tenho o coração tão nervosinho com o que vem da madeira que preciso de resolver o mais rápido possível, ao ponto de engolir orgulho...falei-lhe em fazermo-nos a estrada na terça para ir para a costa vicentina curtir o sol...mas ficou tudo em águas de bacalhau... ficou no logo se vê assim como toda a nossa relação está no logo se vê quando ele chegar...

Dia 12 de Setembro o dia D e o nervosismo aperta!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

e tu que estás tão longe.. e não me lês.. e não me ouves os desabafos :)

acabou!
não consegui continuar e desisti, algo que não reconheço em mim, parei de lutar sem ter chegado a exaustão.
a tentação é grande.
a vontade de falar é superior ao oceano que me separa dele.
resisto e insisto nisto que penso ser o melhor! só espero mais tarde não pensar:"e se..."
sinto falta dele, quero saber dele... vou resistir penso que é o melhor... :/

segunda-feira, 6 de junho de 2011

felicidade momentanea nas olaias!

as olaias pelos vistos têm o poder de causar felicidade instantânea.
tudo começa na atracção,no fascínio e na vontade de saltar muros, mas depois cai-se na real e no desanimo de que nada mais será, que um momento de embriaguez e loucura que se desvanece quando nos vestimos e se olha um para o outro e se sente que nada mais é do que um pequeno salto por cima de um murete pela altura dos nossos joelhos que nem hipotese dá para tropeçar! não sei que faça! curtir o molhe ou apagar as olaias do meu mapa de caminho?
é estranha a tamanha consciência e medo desta situação!
será isto ser adulto e ter relações adultas? se é prefiro voltar a ser teenager!

domingo, 5 de junho de 2011

esta tudo estragado

Com o dia de hoje me apercebi que para mim isto já não é o que gostava que fosse. gosto de ti e não sinto retribuição! fico triste...irei tentar esquecer-te!

domingo, 29 de maio de 2011

panoplia

bebo mais um copo
revelo mais um pouco de mim que pensava não revelar
que pensava não voltar a pensar
que pensava que era apenas meu e para sempre seria meu
mas mais um copo bebi e deixou de ser meu e passou a ser teu também.

a panóplia caiu mais um pouco este fim de semana e com esta queda prevejo a minha vulnerabilidade.

conheço-me demasiado bem para saber que não vou desistir nem resistir, sinto o medo e a desconfiança que o futuro se assemelhe ao passado.

o futuro o dirá!!

terça-feira, 24 de maio de 2011


"Porque pertenço à raça daqueles que mergulham/ de olhos abertos/ E reconhecem o abismo pedra a pedra anémona/ a anémona flor a flor"

- Sophia de Mello Breyner -

segunda-feira, 23 de maio de 2011

e tu que estás tão longe.. e não me lês.. e não me ouves os desabafos :)

As tardes estão cheias de pássaros, mas a de hoje está despida deles.
Nem um pássaro sequer.
Um tempo sem pássaros é de uma tristeza redonda.
Como se não houvesse Deus, nem livros, nem rosas.
Como se o vento os houvesse empurrado todos para um lugar clandestino de onde não pudessem já voltar.
Mas como podem eles ser felizes assim, juntos, empurrados, densos, conformados, sem céu, e sem sílabas que os soletrem?
Nesta ausência de pássaros, penso que, noutro lado, num sítio qualquer que não sei, eles estarão a resolver questões que não são daqui e nem me dizem respeito.
Pode ser. E pode ser, até, que já não voltem. Porque não querem. Ou porque não encontram o caminho de regresso.
Porém. nunca mais as tardes serão as mesmas: pedaços inúteis de tempo onde o silêncio faz ninho.

terça-feira, 10 de maio de 2011

engasgada

sinto-me como se tivesse engasgada!

acordo de manhã ligo o telm e engasgo-me enquanto engulo um pouco de água, pois vejo que me escreveste! engasgo-me com a tua partilha de estado de espírito, com o facto de me descreveres como irá ser o teu dia seguinte engasgo-me quando me apercebo que me mandas.te a msg as 5 e tal da manhã. Madrugada após a nossa conversa espectacular sobre o que raio se estava a passar. Após a nossa conversa, no caminho de casa pensava que se calhar depois daquela conversa algo ia mudar em mim ou em ti mas na realidade ficou tudo igual! dizes-me que não queres namorar, que não queres estragar a nossa amizade! mas que amizade? conheço-te desde janeiro não és o meu melhor amigo longe disso...apercebo-me que não me consigo entregar a ti e que não partilho grande parte da minha vida contigo! sinto-me engasgada... gostava de conseguir partilhar mais contigo mas parece que me meti numa panóplia provocada pelo passado... gostava de conseguir perceber-te... porque realmente acho muito estranho tamanha partilha de informação da tua parte...e voltei ao mesmo! enfim engasguei-me outra vez...

It takes two to tango

http://www.youtube.com/watch?v=ZgcqijaUxdg


"só acreditaria num deus que soubesse dançar" (Nietzsche)

amores que são contas bancarias

o amor hoje em dia mais parece uma conta bancaria de um jovem da geração a rasca! é preciso fazer uma ginástica mental e usar umas equações lixadas a brava para conseguir que algo resulte! porra porquê? é tudo um jogo um calculismo brutal...não quero!não gosto e vou lutar para acabar com isto!!!

do amor que derruba a vida :) interminável :)

http://www.youtube.com/watch?v=SNYdcwunG7g

"Nesta curva tão terna e lancinante
que vai ser que já é o teu desaparecimento
digo-te adeus
e como um adolescente
tropeço de ternura
por ti."

- Alexandre O`Neill

terça-feira, 3 de maio de 2011

Nunca mais dizer "um dia"


Adeus - Eugénio de Andrade

Já gastámos as palavras pela rua, meu amor,
e o que nos ficou não chega
para afastar o frio de quatro paredes.
Gastámos tudo menos o silêncio.
Gastámos os olhos com o sal das lágrimas,
gastámos as mãos à força de as apertarmos,
gastámos o relógio e as pedras das esquinas
em esperas inúteis.

Meto as mãos nas algibeiras e não encontro nada.
Antigamente tínhamos tanto para dar um ao outro;
era como se todas as coisas fossem minhas:
quanto mais te dava mais tinha para te dar.
Às vezes tu dizias: os teus olhos são peixes verdes.
E eu acreditava.
Acreditava,
porque ao teu lado
todas as coisas eram possíveis.

Mas isso era no tempo dos segredos,
era no tempo em que o teu corpo era um aquário,
era no tempo em que os meus olhos
eram realmente peixes verdes.
Hoje são apenas os meus olhos.
É pouco mas é verdade,
uns olhos como todos os outros.

Já gastámos as palavras.
Quando agora digo: meu amor,
já não se passa absolutamente nada.
E no entanto, antes das palavras gastas,
tenho a certeza
de que todas as coisas estremeciam
só de murmurar o teu nome
no silêncio do meu coração.

Não temos já nada para dar.
Dentro de ti
não há nada que me peça água.
O passado é inútil como um trapo.
E já te disse: as palavras estão gastas.

Adeus.

incompreensivel e incorrigivel

odeio que me olhes nos olhos e te rias para mim.
odeio que passemos mais de metade do tempo a sorrir quando falamos.
odeio não conseguir responder-te a letra, a não ser com um teclado a frente.
odeio que me olhes da forma que me olhas.
odeio a nossa partilha infinita sobre os mais variadíssimos temas e tons de conversa por escrita.
odeio sentir-me indiferente para ti quando estou ao pé de ti.
odeio o teu orgulho.
odeio a tua timidez.
odeio fingir que não se passa nada.
odeio ter de me controlar.
odeio ficar tímida por causa do nosso ambiente e não por nossa causa.
odeio não poder abraçar-te quando quero, com medo que alguém suspeite de algo.
odeio o facto de não me dares um sinal.
odeio o facto de não me convidares para ir beber um copo.
odeio enganar-me e chamar a outra pessoa pelo teu nome e ficar corada.
odeio ...

odeio tanto que não consigo parar de pensar nisto!

odeio!mas quero-te e não desisto! provavelmente irei bater com a cara na parede mas não desisto! não enquanto são trocadas mensagens as 8 da manhã sem nenhum propósito a não ser partilhar o que se anda a passar...

um beijo!

sábado, 9 de abril de 2011

mess!!!!

estou uma confusão ou é da ressaca ou é da borrada de ontem a noite!!!
sou sentimentalista
sou sensível
sou vulnerável com os meus sentimentos
apaixono-me muito facilmente
detesto coisas cinzentas!

que faço? engulo o orgulho e abro o jogo?

sexta-feira, 1 de abril de 2011

das teclas para a realidade

o que se faz quando se está interessada numa pessoa?
hoje em dia recorremos as teclas para comunicar, para nos mostrar e demonstrar ao sexo oposto!é mais fácil, menos constrangedor e menos intimidante. teoricamente isto deveria ser um desbloqueador para iniciar algo, mas, no entanto ao vivo e a cores parece que é mais complicado para comunicar, parece que falta o tema e que a vergonha se instala!é estranho a iniciativa, a vontade e a forma de falar pelas teclas e depois ao vivo parece que se desvanece toda essa vontade, demonstrações e pareceres da vida pessoal, que todos esses temas infinitos afinal são finitos. Que fazer?! Que acontece da noite para o dia? das teclas para o frente a frente? ficou-se mais tímido desde que apareceram as teclas, ou pura e simplesmente pelas teclas diz-se e faz-se aquilo que é suposto fazer e de repente damos por nos em mais um jogo de interpretação, ou o jogo da batata quente do passa passa até ver quem deixa cair!? mas com o passa passa a batata fica mais fria e mais fácil se torna agarra-la! deverei queimar-me a segurar nela?